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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Aceite-se para ser aceito pelos demais - Rosemeire Zago

Sentir-se rejeitado pelos outros é um sentimento que poucos conseguem superar facilmente, pois depende de uma elevada confiança em si mesmo, o que nem sempre temos.
Quanto mais rebaixada nossa autoestima, quanto menos gostamos de nós mesmos,
mais vulneráveis somos à rejeição.
Quando uma pessoa com baixa autoestima perde uma pessoa que ama ou uma colocação profissional, passa a acreditar que não merece nada, que é indigna de ter o que deseja,
sentindo-se completamente só e, principalmente, abandonada.

Mesmo as pessoas com elevada autoestima, ou seja, conscientes de seu valor, tendem a sentir os mesmos sentimentos quando há uma perda, pois neste momento perdem também o controle da situação que até então acreditavam ter e isso tende a abalar todas as emoções.

Lidar com a rejeição não é nada fácil, pois geralmente nos remete inconscientemente
às situações de abandono durante a infância.
Se alguém nos rejeita, de alguma forma não nos aceita, e se tentarmos mudar
em função disso para agradar, tudo tende a piorar.
Mas, na maioria dos casos, o outro dificilmente é a causa real do sentimento de rejeição, pois a sensação de sentir-se abandonado já existe internamente na pessoa.
A dificuldade está em lidar com estes sentimentos anteriores somados aos atuais.

O principal antídoto ao sentimento de rejeição é não limitar todas as esperanças da vida a um relacionamento, ou seja, dedicar-se apenas ao marido, filho, a esposa, a mãe, ou a um emprego, não tendo mais nenhum outro objetivo, esquecendo-se de outras pessoas
ou fatos importantes e principalmente de si mesmo.
Mas não há nada pior do que acreditar cegamente e... ser abandonado.
Se você admitir que pode um dia ficar só e ainda assim sobreviverá,
correrá menos riscos de se sentir rejeitado.
E também terá maior liberdade para mudar sua vida sem sentimentos de culpa.

Não devemos nunca perder nosso referencial interno, nem reduzir nossas esperanças ou colocar nossa expectativa de vida sob a direção de algo que não controlamos:
o sentimento e a reação do outro.
Por vezes, podemos ser preteridos e não é por isso que a vida deixará de existir ou
que as coisas que desejamos deixaram de ser realizáveis, muito pelo contrário, pode ser a chance
que temos de ter a possibilidade para irmos em busca daquilo que realmente queremos.
Não podemos nunca depender da atitude de outra pessoa para termos certeza de nosso real valor.

É preciso que estejamos sempre conscientes de que as atitudes de outras pessoas
nem sempre estão relacionadas à nossa pessoa, e, portanto, não são respostas a nós.
Precisamos entender que os outros são seres humanos como nós e que às vezes podem
nos dar um não ou uma resposta agressiva muito mais em função dos próprios conflitos
internos e que nada têm a ver com sua pessoa.
Mas como muitas vezes não consideramos a realidade interna do outro, imaginamos
que estamos sendo rejeitados, mas muitas vezes a rejeição faz mais parte do
nosso mundo interior do que da realidade.
Por isso, é importante saber diferenciar a reação dos outros em cada momento.
Procure entender as razões do outro, pois muitas vezes o problema para agir
assim pode ser mais dele do que seu.
Seja como for, de nada adianta dramatizar a situação e colocar-se no papel de vítima.
O drama e o sentimento de culpa só irão aumentar a sua dor.
Encare a dificuldade do momento de frente e procure aprender com tudo isso.
No mínimo, você conquistará maior autoconfiança e isso lhe será útil pelo menos na próxima vez.

Muitas vezes, o sentimento de rejeição é acentuado pela insistência em supervalorizarmos
a opinião e aprovação dos outros de nosso modo de ser, pensar e agir.
Damos aos outros o poder de juiz e permitimos que comandem nossa forma de viver.
A excessiva importância dada à opinião e aos valores dos outros, por mais que estes queiram apenas o nosso bem, retrata uma irresponsabilidade quase infantil e inconsciente de
acreditar que são eles que devem assumir e suprir nossas necessidades.

Cabe a cada um de nós satisfazer as próprias carências e não a quem está ao nosso lado. Acreditamos que ninguém deve nos dizer não, para que não nos sintamos rejeitados e abandonados, mas, na verdade, a principal rejeição não vem dos outros,
mas está dentro de nós mesmos e resulta na falta de amor próprio.

Pare de se criticar, mude o que acha que tem de mudar em si e torne-se mais
independente da aprovação de outras pessoas.
Aceite-se.
Torne-se responsável pelo que você é e deixe que o outro seja responsável pelo o que ele é.
Faça sua vida ser conduzida sob sua responsabilidade e seus valores, e não sob os do outro.

Pense que você tem a responsabilidade de se amar, se aceitar, aprovar e valorizar.
Se atribuir essa responsabilidade ao outro, cada vez que ele negar, surgirá a rejeição, um sentimento que só você poderá se isentar de senti-lo.
E lembre-se:
Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas e quem as merece não te fará chorar.

Rosemeire Zago

sábado, 22 de dezembro de 2012

Jogue fora tudo que não deu certo! - Rosemeire Zago

O que você quer jogar fora, tirar de dentro de você? Jogue fora aquelas palavras que ouviu e machucam até hoje. Jogue as mágoas de um amigo, de um parente, as lembranças de um dia triste. Jogue fora as desilusões, as brigas, a raiva, aquela angústia no peito, a tristeza, o desânimo, o fracasso, a insegurança, culpa, o medo, a depressão. Se estiver com alguma dor ou doenças, imagine saindo de dentro de você. Jogue fora todas as expectativas frustradas, todos os relacionamentos doentes e destrutivos. Jogue fora tudo aquilo que não deu certo.

Jogue fora tudo aquilo que te prende a um passado que faz sofrer. E também todas as tranqueiras que guardamos e machucam. Jogue fora fotos que só trazem lembranças tristes ou de quem te machucou. Para que guardar coisas que só trazem lembranças ruins? O que mais você quer jogar fora? Jogue sua ansiedade, seu vazio interno. Jogue sua necessidade de comer sem parar. Jogue tudo fora, sem culpa e, se ela aparecer, também a jogue fora.

Livre-se da sua necessidade de agradar, ser aprovado. Deixe de lado os sonhos de outras pessoas. Pare de carregar o mundo (problemas dos outros) nas costas e sinta-se leve, solte seus ombros, respire profundamente e ao soltar o ar por entre os lábios, imagine soltando e saindo de dentro de você toda energia negativa que existe dentro de você e prepare-se agora para resgatar ou recomeçar a ter os seus próprios sonhos.

Depois que escreveu tudo isso numa folha de papel, você poderá amassar, rasgar ou colocar fogo para que o Universo transforme tudo isso.

Agora vamos começar a preencher todo esse espaço vazio. Você irá escrever em outra folha de papel. Só que essa você não irá jogar fora, mas pode colocar uma gotas de perfume e guardar num lugar muito especial.

Com o que você quer ocupar esse espaço? Coloque o que quiser, eu só vou dar algumas sugestões. Você pode começar imaginando uma linda luz azul envolvendo todo seu corpo, por dentro e por fora. Agora coloque dentro de você determinação, compreensão, serenidade, discernimento, calma, alegria, realização pessoal e profissional. Coloque ainda, beleza, prosperidade, sucesso, relacionamentos saudáveis. Coloque perdão, principalmente, o perdão por você mesmo.

Imagine o relacionamento com aqueles que você ama, tranqüilo, com muita harmonia. Quais são seus sonhos? Sonhe alto... Queira o melhor do melhor! Queira coisas boas para sua vida. Preencha seu corpo com muita saúde, pois assim será mais fácil conquistar tudo que merece. Coloque ainda PAZ, sua capacidade de amar. E coloque dentro de você e em tudo que fizer me sua vida, muito AMOR, pois o amor verdadeiro é o sentimento mais forte e importante que existe. E é só por ele que sempre vale a pena RECOMEÇAR!!! E recomece quantas vezes for necessário. Para isso você só tem que acreditar que você consegue e que você merece!

Rosemeire Zago

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ao diminuir expectativas suas decepções diminuem - Rosemeire Zago

É muito comum criarmos expectativas sempre que estamos em um projeto ou querendo obter algum resultado de algo que esperamos. A espera do resultado, do que quer que seja, sempre gera ansiedade e expectativa. A maioria de nós sempre espera que certas coisas aconteçam de certa maneira.
O que dizer quando estamos dentro de um relacionamento e ficamos sempre esperando um telefonema, a presença constante, uma atitude?

As expectativas são o que pensamos que deve acontecer como resultado do que fazemos, dizemos ou planejamos. E a decepção é inevitável quando as coisas não saem como planejamos.

Você espera pelo aumento que acredita merecer, espera que seu relacionamento dure para sempre, deseja nunca mais ficar só, espera que seus amigos o compreendam quando mais precisa deles, espera não ser julgado nem criticado quando algo não dá certo, espera pelo reconhecimento, enfim, estamos sempre a espera que algo aconteça.

Quando somos frustrados em nossas expectativas, nossos medos mais secretos podem surgir, como o medo de não mais ser amado, ser abandonado, rejeitado, não reconhecido pelo que faz, não correspondido no amor que sente. A sensação de que não temos valor, que não valeu à pena a espera, que já sofremos tanto, por que de novo, por que comigo, são alguns dos pensamentos que tomam conta de nossa mente.



Suas expectativas são coerentes com a realidade?

Esperamos sem nada fazer quando acreditamos no pensamento mágico, em nossas fantasias e desprezamos os dados de realidade. Você já se perguntou se suas expectativas são coerentes com a realidade? Talvez seja uma pergunta importante para explorar. Muitas vezes a realidade está muito distante de nossas expectativas, mas a ignoramos. A expectativa consome nossa paciência, harmonia e equilíbrio interno. Parece que quanto mais esperamos mais difícil se torna chegar ao resultado. E nesse compasso de espera, como nem sempre temos controle de tudo, nos decepcionamos.

Nesse momento é muito comum a busca por culpados. Costumamos culpar alguém por quase tudo. Essa é uma maneira sutil de não enfrentar os próprios desejos, que em geral ficam ocultos. As expectativas não realizadas geram raiva, autopiedade, e nos colocamos no papel de vítima. Pensamos o quanto o outro foi injusto. Pode até ser que tenha sido mesmo, mas será que não recebemos sinais de que isso poderia acontecer e os desprezamos? Será que é a outra pessoa que nos decepciona ou nós que esperamos algo que nem sempre podem nos dar? Claro que depende de cada caso, como uma situação no trabalho que alguém te prejudicou seriamente.

Outro conflito muito comum gerado pela expectativa, é quando esperamos alguma atitude de alguém e não expressamos o que queremos, como se o outro tivesse a capacidade de ler nossos pensamentos. Um exemplo muito comum é o marido que chega em casa depois de um dia estressante de trabalho, desejando apenas descansar e receber um forte abraço da esposa, mas ao vê-la preparando o jantar, pensa que ela deve estar envolvida com o que está fazendo e para não atrapalhar, a cumprimenta rapidamente com algumas palavras e se retira; ela por sua vez, espera que o marido lhe dê um abraço, conte como foi seu dia, se interesse pelo que ela fez, o que terá para o jantar. Conclusão: os dois acabam frustrados, ela só na cozinha e ele só assistindo TV. Os dois queriam receber um abraço, mas como reagiram de acordo com os próprios pensamentos, imaginando o que o outro estaria pensando, ambos acabam se frustrando.



Identifique suas expectativas
Nem sempre as pessoas sabem exatamente como nos sentimos. Por isso o mais indicado é identificar suas expectativas. Ao dizer: “você me ignora toda noite ao ficar assistindo televisão” é muito diferente de dizer: “eu me sinto ignorada quando você fica assistindo TV”. Quando as expectativas não são expressas tendemos a fazer um julgamento impulsivo diante do comportamento do outro e que nem sempre corresponde ao que o outro desejava demonstrar. Verbalizar suas expectativas é importante em qualquer relação.

Pactos de silêncio acontecem muitas vezes sem que percebamos e geram muitos conflitos. Todos nós queremos que as coisas aconteçam de um certo modo, mas quando este desejo não se realiza ficamos irados e sequer conseguimos pensar. As expectativas em geral nos deixam com uma venda nos olhos, não conseguimos enxergar a situação em sua totalidade e podem impedir nosso crescimento e a capacidade de manter relações saudáveis.

Quando foi a última vez que você se sentiu frustrado porque alguém não agiu como esperava? Você culpou a outra pessoa mesmo ela não sabendo o que você esperava dela? Geralmente quando culpamos alguém é porque tínhamos expectativas de que aquela pessoa “deveria” ter agido de maneira diferente do que fez. As expectativas sempre nos deixam fora de controle. Quando compreender que não é responsabilidade de ninguém “adivinhar” o que você quer, seus conflitos podem diminuir.



Quando nossas expectativas são um fator primário na maneira em que pensamos, ouvimos, falamos, a decepção se torna uma constante. E quando as expectativas de nossos próprios comportamentos são frustradas? É muito doloroso manter a expectativa enquanto percebe que o tempo passa e que seu desejo está longe de ser alcançado.Você aguarda e aguarda, até desistir. Mas o que tem feito para alcançar efetivamente o que deseja? Muitas pessoas simplesmente ficam em compasso de espera, acomodadas no velho e conhecido padrão antigo de comportamento, em sua zona de conforto, como se não dependessem delas para que as coisas aconteçam como deseja.

É certo que há situações que somos impotentes ou quando esperamos a atitude de alguém, mas ainda assim, se criar expectativas em relação ao comportamento de outra pessoa, estará no caminho mais seguro para se decepcionar e se frustrar. As expectativas podem nos mover, motivar, mas também nos destruir internamente, pois quanto mais expectativas criamos, mais estamos propensos a nos decepcionar.

Pense sobre suas expectativas, em que áreas elas aparecem mais? O que você tem feito para que se realizem? Se quiser se aprofundar mais, escreva sobre cada uma de suas expectativas não realizadas e veja se eram coerentes com a realidade. Talvez você descubra coisas novas sobre si mesmo. Talvez aprenda a aceitar o que realmente está acontecendo e como lidar com a situação. Nem sempre as coisas acontecerão da maneira como desejamos, mas nem por isso devemos parar de lutar, talvez apenas seja um sinal de que o mais indicado é mudar o caminho e não seu destino em chegar aonde deseja.

Rosemeire Zago

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Será que estou matando cachorro a grito? - Rosemeire Zago

Algumas pessoas que estão sozinhas ficam se perguntando por que o último relacionamento acabou, onde erraram, e ainda assim, continuam a começar relacionamentos tendo o mesmo final: não deu certo! O que acontece? Por que algumas pessoas não percebem que repetem o mesmo padrão na busca por um relacionamento e por mais que desejem um relacionamento duradouro, não conseguem passar os limites de dias ou alguns meses?


Para saber o que acontece por trás dessa repetição de padrão é necessário reconhecer os pontos em comum. Pare por alguns minutos e reflita sobre seus antigos relacionamentos. Busque o que há em comum entre eles, seja na maneira que termina, como foi durante o relacionamento, mas principalmente, observe a maneira como ele começa.

Segue abaixo os comportamentos mais comuns quando estamos procurando desesperadamente por amor. Procure identificar se há alguma relação com seu jeito de agir.

Os quinze sinais de quem está desesperado à procura de um amor
- Por medo, muitas vezes inconsciente, de ficar sozinho, aceita a primeira pessoa que aparece, sem analisar se existem objetivos em comum, valores semelhantes, ou ignorando esses fatores

- Mesmo havendo sinais evidentes que mostram que não é a pessoa mais indicada para se relacionar, você ignora e insiste em tentar algo

- Ao conhecer alguém começa a ceder em tudo, só para agradar o outro, mas com o tempo percebe que se perdeu de si mesmo

- Por não ter referências de um relacionamento sadio, permite-se receber muito pouco ou manter um relacionamento destrutivo

- Confunde amizade, gentileza, com amor

- Por dificuldade em dizer não, aceita sair com alguém mesmo percebendo que não é quem quer

- Fica preso a aparências e promessas que raramente se concretizam

- Simula um encontro "casual", deixando a outra pessoa sem opção

- Sem autoestima ou respeito por si mesmo, implora que o outro fique ao seu lado, mesmo sabendo que não quer mais

- Acredita que o que a pessoa fez no último relacionamento, não fará com você

- Deseja ajudar o outro a superar os problemas atuais, com o desejo inconsciente de salvá-lo e quem sabe, irá perceber seu valor e ficar com você

- Ignora as incoerências entre as palavras e as atitudes

- Acaba de conhecer uma pessoa e já se imagina, ou age ou espera, como se tivesse um relacionamento de anos

- Confunde atração física com amor, ou espera que, mantendo relações sexuais, obterá amor

- Permanece no relacionamento mesmo estando infeliz, esperando que o outro mude, ainda que não demonstre interesse em mudar.

Como podemos observar, há alguns sinais evidentes que a relação dificilmente dará certo, mas por alguns motivos, muitas vezes inconscientes, as pessoas ignoram esses sinais. Há momentos que tudo que conseguimos perceber é apenas a confusão em que nos encontramos, onde os sintomas são facilmente identificados: angústia, pesadelos, dores no corpo, insônia ou necessidade de dormir mais, agressividade, irritabilidade, entre outros sintomas, mas interpreta esses sintomas pelo fato de estar só.


Não é a solidão que o leva a entrar em relacionamentos desastrosos, mas a falta de conexão consigo mesmo e, isso sim, é que intensifica a solidão. O que poderá refletir em todas as relações, seja brigando, machucando, sendo machucado, mantendo assim o mesmo padrão.

Para mudar padrões é preciso reconhecê-los e se responsabilizar por ter permitido que sua mente ficasse em total desordem. Você é a única pessoa que poderá arrumar toda essa bagunça. Mas nesse momento você deve estar se perguntando: "como"? Primeiro entenda que se esconder, fugir ou evitar as dificuldades, não irá resolver nada. Quase sempre ficar parado não produz mudança alguma.



É importante entender que toda experiência proporcionada pelos relacionamentos anteriores, ainda que tenham sido desgastantes e dolorosas, foram necessárias para seu crescimento. Só assim conseguirá quebrar esses padrões. Para isso só há um caminho: a consciência que muitas vezes queremos nos relacionar com alguém antes de nos unirmos a nós mesmos. Mas será que isso é possível? Não! Você não conseguirá receber amor de fora enquanto não receber o amor que há dentro de si mesmo. 


Pense nisso. 


Rosemeire Zago