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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Mensagem de Boa Noite

Boa Noite !!!!


A Mensagem de Boa Noite de Hoje é de Luiz Antônio Gasparetto, que foi Psicólogo, Médium Psicopictográfico, Escritor e Locutor Brasileiro. Ele nos disse Assim:

Noite de lual na cidade Grande
Integridade é estar no seu melhor. E, quando você vai para o melhor, tudo começa a dar certo. Como chegar lá? Invista na autoconfiança, dê importância a você. Somente a dedicação e a consideração profunda por si mesmo é que o levarão para o melhor. 
Luiz Antônio Gasparetto

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Domine a vergonha e seja respeitado - Luiz Antônio Gasparetto

Você já reparou como a vergonha está super presente na vida da gente? Para algumas pessoas, ela é tão forte que parece um monstro, um verdadeiro obstáculo para atingir a felicidade. 

Alguns a sentem em determinadas áreas e há aqueles que a vivenciam em outros planos. Geralmente, ela aparece quando você é chamada para fazer alguma coisa e começa a ter medo do próprio desempenho. Medo de fazer uma bobagem, de fazer feio, de dar um fora e ser objeto de gozação de um grupo. Enfim, medo de parecer ridícula. 

O que muita gente não sabe, no entanto, é que o envergonhado tem a pretensão de ser o certinho. Ele sempre quer agir da maneira que está de acordo com o padrão e que ninguém contesta. Ou seja, é a nossa maldita vontade de ser o perfeitinho entrando em cena. Quanta ignorância! 

Olha, vergonha é a doença do pretensioso, viu? E pretensioso nada mais é do que aquele sujeito que pretende ser aquilo que não é, que deseja ter determinada qualidade pra impressionar o mundo ao seu redor. Quer a aprovação, a consideração e o respeito de todos. Sabe o que isso significa? Que ele está dando muito poder às pessoas. Eu chamo isso de deslocamento de poder. Enfim, o importante não é a opinião dele e sim a dos outros. Pode parar com isso, hein!? 

Se você sofre desse mal, proponho uma mudança. Assuma a pessoa que você é. Respeite-se. Coloque-se em primeiro plano. Quando a gente tem receio de dar um fora é sinal de que estamos nos vendo como uma porcaria e isso não é verdade. E outra, quem sempre quer causar uma boa impressão nos outros acaba se dando mal. Uma vez preocupado com o próprio desempenho, você se engasga, se atropela, se constrange e acaba produzindo o pior. 

Por outro lado, quando se despreocupa com a sua imagem, você se sente confortável, espontânea e até criativa. E mais, algumas qualidades da sua essência vêm à tona, como o bom humor, a esperteza no sentido de ter ideias geniais e tiradas engraçadas e inteligentes. Bem aquela coisa que faz uma pessoa ser simpática, interessante e apreciável por todos. 

E é muito fácil as pessoas se constrangerem. Como aquela garota que entra numa loja, veste um monte de roupas, não gosta de nenhuma, mas leva uma peça por receio de falar não e ser julgada negativamente pelo vendedor. Ou, então, aquela esposa do tipo “Amélia”. O marido machão deita e rola, e ela se submete. Quanto mais ela se deixa constranger, mais ele fica machão. Ela, por sua vez, se torna um capacho. 

Ora! Quando você acredita que agradar os outros é uma maneira de conquistar alguma coisa está, na verdade, se iludindo e se negando. E a negação de si mesma leva à solidão e ao sofrimento. Os resultados são péssimos, porque, pela lei da natureza, a vida lhe trata como você se trata. Agora me diga: quantas vezes eu já disse isso a você? 

Se quer realmente acabar com a sua vergonha, comprometa-se com a sua verdade. Não dê poder aos outros, não se diminua, aprenda a dizer não sem receios. No início, é difícil, mas depois vai perceber como as pessoas vão passar a admirar você. É isso mesmo! Todo mundo admira aqueles que têm coragem de ser o que são. Assuma o seu poder e a sua verdade, e conquistará não só o respeito de todos como a própria dignidade!

Luiz Gasparetto

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Respeite sua vontade e viva feliz! - Luiz Gasparetto

Você tem poder. É isso mesmo! Todos nós temos. E quando ganhamos a consciência desse poder, as forças do Universo trabalham a nosso favor e tudo caminha extraordinariamente bem. O grande porém é que geralmente nós nos encontramos divididos: uma parte de nós caminha e a outra fica, pois os medos e as inseguranças nos detêm. 

Uma coisa que nos faz perder o poder é a maldita vaidade. Vaidade é a ilusão de que eu vivo com o que é do outro. É infantilidade, dependência, falta de foco em si mesmo. Quer ver? Você já deve ter ouvido esta frase: "Se você me amar, serei feliz". É uma mentira! Ninguém sente dentro de si o amor do outro. Outro exemplo: "Quando todo mundo me aceitar, me sentirei maravilhosa". Nada disso! Só quando você se aceitar é que realmente vai se sentir plena.

Você vive com aquilo que tem - suas emoções, seus sentimentos, sua cabeça -, não com o que é do outro. É um erro passar a maior parte da vida submetido à aprovação e ao apoio do outro. A gente incorpora um personagem qualquer e sacrifica o próprio espírito. E vou mais longe: quanto mais poder você dá à fofoca, mais ela vem. Quanto mais poder você dá às críticas ou às perdas, mais elas ocorrem. Se você dá poder aos outros, com certeza está se rebaixando. Preste atenção: ninguém é menor que ninguém. Pare com isso e mude já essa situação!

Quanto mais importância e poder você der a seus objetivos, seus sentimentos e sua verdade, mais fortes eles ficarão. Respeitar-se é fundamental. Não importa se as pessoas te criticam ou te elogiam. O que importa é você para você! Reconheça que você é capaz de tudo. Sem ter a consciência do próprio poder, você fica com medo da vida, de não dar conta, de sofrer. Para se realizar, é preciso reverter esse quadro.

Então, acorde! Recupere sua lucidez espiritual e liberte-se das imposições morais. Afinal, elas só nos mantêm pequenos e submissos. Jogue fora tudo que te deixa fraca, culpada, desprezada, resistindo ao seu verdadeiro anseio de vitória. É um grande trabalho, mas se você não investir em si mesma, quem o fará? Não há ninguém maior que você! Dê apoio integral a si mesma e sinta as mudanças acontecerem na sua vida. Quando você está no seu poder, você arrasa!

Luiz Gasparetto

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pense positivo e realize seus desejos - Luiz Antônio Gasparetto

Se você quer ter uma vida feliz e realizada, o primeiro passo é deixar de lado medos e pensamentos negativos. No lugar disso, cubra sua mente somente com imagens maravilhosas de paz e amor. Lembre-se: tudo aquilo que você atrai é fruto do conteúdo de seus pensamentos. 

Pode observar. Quando você está se sentindo bem, atrai coisas positivas: felicidade, alegria, otimismo, paixão, sorrisos. Do contrário, se está se sentindo mal, atrai somente coisas negativas: tristeza, solidão, culpa, raiva, vergonha. 

Quer saber o que você está atraindo agora? Pergunte-se: “como me sinto?”. Por certo, encontrará a resposta de tudo o que acontece com você. Se a todo o tempo está com raiva da vida ou mal-humorada, é obvio que só receberá o que não deseja. Ser feliz é o atalho para chegar mais rápido aonde você quer. 

Aproveite que essa é a última coluna do ano e comece fazendo uma limpeza geral na alma. Preencha só com pensamentos altruístas, felizes, aqueles que fazem você se sentir bem. E não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Seu compromisso agora é simplesmente fazer o SEU MELHOR. E cada um tem o seu. Nada é comum a todos, tudo depende de cada experiência. Se, em uma situação você agiu de tal modo, deu certo e você se sentiu bem, então esse é o seu melhor. Mas não confunda, hein? Não estou dizendo pra você ser a certinha, a boazinha. E sim que deve agir de acordo com seu instinto. 

Integridade é estar no seu melhor. E, quando você vai para o melhor, tudo começa a dar certo. Como chegar lá? Invista na autoconfiança, dê importância a você. Somente a dedicação e a consideração profunda por si mesma é que a levarão para o melhor. Confie que a sua estrada é diferente da dos outros. Aliás, nunca tenha medo de se sentir diferente de ninguém. Veja bem: você está aqui para fazer a diferença! É por isso que a vida é linda – pelas diferenças, a coragem de assumir o próprio eu. Se o mundo aceita ou não, isso não importa. O principal é você se aceitar. Dessa forma, você estará protegida e no caminho da evolução!

Luiz Gasparetto

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ouvir um não pode fazer bem… - Luiz Antonio Gasparetto

Como é horrível receber uma resposta negativa, não é mesmo? E na paquera, então, quando a pessoa amada não está nem aí pra gente? Pois é, todos nós sentimos a rejeição, em vários momentos. Até mesmo as pessoas de sucesso já experimentaram essa sensação alguma vez. Isso é muito natural.

Essa situação é desagradável? Claro que sim. Mas você precisa saber lidar com ela sem se sentir prejudicada, lesada ou estressada. Quer ver?

Como costumamos reagir à rejeição? Geralmente com raiva, rancor e agressividade. Mas o pior é fazer aquelas promessas do tipo “eu nunca mais…”. Exemplos: “Nunca mais vou amar”, “Nunca mais vou ser sincera” etc. Ou seja, a rejeição leva as pessoas a negar muitas coisas ou até mesmo se fechar para a própria felicidade – o que é um grande erro.

Agora, quero ensiná-la a tratar a rejeição de modo que ela não destrua você. Quero provar que quando a gente lida bem com o não, tudo à nossa volta flui melhor. É isso mesmo! Quanto mais sensíveis ficamos a essas negativas, mais nos tornamos impotentes, mais nos acovardamos e mais trancados ficamos. Poxa, raciocine comigo: o não simplesmente existe. Várias vezes você já foi obrigada a dizer não, especialmente àquelas pessoas que ultrapassam os limites.

Você só quer receber sim? Ah, então você é mimada e gosta de se machucar. Sabe o que isso significa? Que você quer ter uma vida frustradinha e pequenina, porque dificilmente vai se jogar nos diferentes desafios que vão aparecer. Sinto lhe dizer, mas você não tem o menor futuro. Por que você acha que tem gente que não se lança num novo relacionamento? Porque tem medo de ser enganado novamente. Acha que está se defendendo, mas na verdade não passa de uma tonta alimentando a própria fraqueza. Se o cara mentiu, traiu, rejeitou, vá em frente simplesmente.

Sabe o que precisamos para encarar a rejeição sem se abalar? Mudar alguns pontos de vista. A felicidade, aliás, só começa a existir na vida da gente quando a levamos a sério. E o primeiro passo é mudar a maneira de ver as coisas. “Eu não aceito mentira!” Quem tem esse tipo de pensamento é realmente um coitado. Gente, todo mundo mente! Confesso que para várias coisas sou sincero, mas em alguns casos eu finjo. Vamos deixar de hipocrisia, não é mesmo?

A cabeça precisa mudar. Vamos usar a inteligência, pois só com ela é possível conseguir o melhor resultado. Calma lá: inteligência não é cultura, formação, diploma. Cultura é esperteza de vida, algo que está dentro de cada um, na maneira de observar as coisas. É ali que desenvolvemos a consciência daquilo que funciona ou não.

Vamos sair da ilusão: vamos exercitar a vida que é real, aprender a lidar com ela e com tudo que ela trouxer. Não dá pra viver sem esse desafio. Vamos permanecer na verdade, aceitando a vida exatamente como ela é. As pessoas pensam, agem e fazem aquilo que podem fazer. Nada está totalmente errado. Mude seu ponto de vista e, com certeza, conquistará a felicidade. É preciso que você abrace a realidade e aprenda a lidar com ela. Assim, administrar a rejeição de uma forma saudável, por certo, será apenas uma conseqüência.

Luiz Antonio Gasparetto

sábado, 5 de maio de 2012

O verdadeiro sentido da família - Luiz Antonio Gasparetto

Temos muito a aprender sobre família, viu gente? A grande maioria pensa que ela se resume a laços consangüíneos quando isso é o que menos importa. Outros acreditam que, por pertencerem a um grupo familiar, todos os seus componentes devem ter os mesmos valores e seguir os mesmos caminhos. Nada a ver. Obviamente que é possível estabelecer a afinidade entre seus membros, mas ninguém é igual a ninguém dentro da mesma família. É preciso, acima de tudo, aceitar as diferenças existentes entre todos.

Mas o que é exatamente isso? Simples. Aceitar diferenças é ter compreensão, abertura e diálogo. Geralmente, quando não aceitamos alguma coisa, queremos pura e simplesmente impor um modelo. Ou seja, é preciso agir assim, lidar com o dinheiro desse jeito, fazer aquilo outro da outra maneira etc. Como muitos pais que estabelecem um modelo rígido de educação. Resultado: é um tal de filho mentir pra pai e mãe… Na frente dos pais, eles são uma coisa. E, por trás, mudam completamente. Triste, não?

É impressionante como é comum as pessoas não aceitarem as diferenças. A gente se fecha tanto em nossas vidas, nos próprios valores e verdades que não toleramos sequer uma idéia oposta à nossa, sem julgar. Tente, portanto, seguir essa linha de raciocínio: “A cabeça daquela pessoa é assim, a vida dela é essa, ela está bem assim, pode me contar tudo que eu não me choco nem critico. Não sou juiz, sou amiga.” Uma conduta dessas dá contato. Se, por outro lado, você condena o outro, ele acaba se afastando. Isso é óbvio! E não só na família, como em qualquer relacionamento. E não adianta vir a mãe com aquelas frases: “Te amo, quero o teu bem, portanto, faça isso ou aquilo.” Reflita comigo: será que esse bem é realmente o bem do filho?

Vamos lá, pessoal, aposte na flexibilidade. Sem ela, os laços se rompem. Com ela, os laços se ampliam. Ou aceitamos as diferenças e aprendemos a conviver com elas… Ou não convivemos com ninguém. Pare de brigar com a realidade. Você sofre, se desgasta, principalmente quando não pode controlar a realidade. Por conseqüência, a raiva, a preocupação e o nervoso entram em cena. Deixe de querer mudar o outro. Isso é um verdadeiro desrespeito. O importante é ter paz e equilíbrio. Dois filhos podem ser super amigos. Outros podem se dar bem só com amigos de fora. As relações dentro da família vão se estabelecer como podem, não como “devem”.

Aliás, não existe família ideal, e sim família real. Aceitar a individualidade de cada um é a base do elo. Não importa em que lar tenhamos nascido, mas sim se podemos ser o que queremos. Essa liberdade é tudo. Sentimento de família é elo social, elo humano. Não está restrito só aos filhos, maridos, avós, primos etc. Ele está na esfera social. E, quando você realmente souber aceitar as diferenças, os valores e as vontades alheias, no mínimo, conquistará uma atitude mais fraternal de todos aqueles ao seu redor. Como aquela pessoa que, sem fazer nada, todo mundo vai lá enchê-la de beijos, abraços e carinhos. O segredo desse carisma? Abertura. Pratique-a dentro da sua família! Pratique-a em todo lugar.

Luiz Antonio Gasparetto

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Pare de se sentir culpada por tudo - Luiz Antonio Gasparetto


Claro que, quando erramos, temos que nos desculpar. Ser humilde e reconhecer os próprios erros faz parte da vida. Mas, muitas vezes, nos sentimos culpadas sem termos feito nada errado! Veja como se livrar desse sentimento e sinta um alívio instantâneo
Você já reparou que a grande maioria das pessoas vive às voltas com a culpa? Culpapor não dar a atenção devida ao amigo. Culpa por não acolher tal pessoa. Culpa por ter (ou não) tomado tal atitude… Os motivos variam, mas lá está a culpa sempre nos atormentando.
Pois eu digo que a paz interior só será conquistada se você ouvir a própria alma e der espaço para o bom-senso. A culpa, minha gente, assim como a tristeza, a angústia, a pena e todas as sensações ruins, são puro sentimentalismo.
A sociedade nos obriga a sermos bonzinhos, e sofremos com essa imposição. A culpa traz dor e desconforto. Significa que estamos agindo inadequadamente, dando uma farta atenção às cobranças infundadas que são feitas nas nossas vidas. “Você tem que ser assim, você tem que fazer assado”, nos dizem.
Por exemplo: temos que fazer algo pelo outro porque ele é coitadinho. A ameba do “tem que” aparece e diz que você “tem que ajudar’. Ela pressiona, traz a culpa e você acaba cedendo. Veja bem: culpa nada tem a ver com a sua vontade, que é genuína e vem da alma.
Quando a gente dá ouvidos a essas amebas perdemos o entusiasmo, bloqueando nossos caminhos. Ora, dê uma basta nisso. Lembre-se: você não é obrigada a fazer nada que sua alma não queira de fato.
Você notará um alívio ao ficar em sintonia com sua alma. Não importa o que dizem a seu respeito. Você está bem consigo mesma. Com o tempo, sentirá ainda mais coragem pra ser autêntica com as pessoas. Pare de pedir desculpas e assuma-se. O respeito por si mesma fará você aperfeiçoar suas habilidades sem sofrer.
Agora você pode perguntar: como ficar do lado da minha alma? Simplesmente sendo você mesma! Confie no próprio taco, não faça tipos para agradar ninguém, faça só o que gosta. Quem não está bem consigo mesmo, não vai pra frente. Quem está, se realiza.
Meu recado é: ouça a voz que vem do seu coração. Não subestime sua intuição. O desafio é administrar a nossa alma de um lado e, do outro, tudo o que se aprendeu e as cobranças. Imponha-se! Assim, você encontrará a paz e se libertará das falsas culpas.
Luiz Antônio Gasparetto

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Deixe que digam, que pensem... - Luiz Antônio Gasparetto

Diante de uma crítica qualquer, muita gente se sente diminuída, ofendida, com a autoestima abalada. Aliás, você já reparou que vários elogios podem ser anulados por uma única crítica? Você pode até ser bajulada a todo momento... Mas basta alguém chegar e dizer que você deveria ser assim ou assado que tudo muda - mesmo que a pessoa diga isso de maneira delicada. Aquilo bate forte dentro do peito. Nossa, em situações como essa a gente fica totalmente desconcertada! E, automaticamente, adotamos uma postura defensiva.

É... os seres humanos são muito vulneráveis! Só de imaginar que vai ser criticada, você já muda a maneira de agir, já deixa de fazer as coisas como queria, não se coloca na vida como gostaria... E mais: tem gente que gasta uma vida inteira adotando posturas e atitudes falsas para evitar críticas. Então, preste atenção! Mesmo que você abra mão de ser espontânea para assumir diferentes modelos, jamais agradará a todos. Isso é impossível! E mais: você sempre será criticada por algum motivo.

Quero que você perceba que as críticas não terão esse efeito arrasador se você não der importância a elas. Isso mesmo! Se as pessoas fossem um pouco mais inteligentes, não escutariam crítica alguma. Ou escutariam, mas com muita reserva: "Fulano me disse tal coisa? Será que é verdade? É melhor eu verificar se o que ele disse faz sentido". Você deve tirar conclusões com base na sua própria observação. E o detalhe: sempre com a mente lúcida e tranquila, e com os pés firmes no chão.

O problema de receber críticas é quando a gente dá muito crédito à opinião dos outros. O que isso significa? Que você sempre se coloca em segundo plano. Desde pequenina, dá o lugar aos outros (não importa se está muito cansada), não machuca os outros (não importa quais sejam seus sentimentos)... Tudo é para os outros. O outro vai entrando de tal maneira em nós mesmos que temos um departamento na nossa cabeça que se chama Os Outros. Pode não haver ninguém controlando suas atitudes, mas você já está se justificando, dando satisfações. Que horror! 

Você? Ah, você está sempre em segundo plano, vai ficando lá no fundinho. E é por isso que as críticas magoam tanto seu coração. O segredo é um só: ponha-se sempre em primeiro lugar. Não estou estimulando o egoísmo, mas a autovalorização e a autoestima. Quero que as pessoas deem importância aos próprios dons e escutem os próprios sentimentos e emoções.

Acredite! O sucesso vem quando a gente deixa de ligar para as opiniões dos outros. Se você cair na loucura de ouvir o mundo para se orientar, vai acabar se arrebentando. E essas pessoas que você tanto considera serão justamente as primeiras a lhe desprezar, a largar você no meio do caminho. Porque a lei é essa: você só pode dar valor a quem tem valor. 

Sempre que se deparar com uma crítica, pare e pense: "O que importa é o que eu sinto, não o que essa pessoa sente. O importante é o que eu ouço, não o que o outro fala. O essencial é o que eu penso, não o que o fulano ou o sicrano pensam. Dou valor àquilo que realmente sinto. A natureza me fez responsável por mim e assim o serei - para sempre!". 

Luiz Antônio Gasparetto

sábado, 7 de janeiro de 2012

Perca o medo de sorrir para a vida… - Luiz Antônio Gasparetto



Pressão no trabalho, o príncipe encantado que não aparece, falta de entendimento com os próprios familiares ou amigos… Às vezes parece que o mundo conspira contra nós, não? Resultado: você acaba sentindo uma enorme tristeza. Sem essa, viu, leitora? Porque a vida é assim mesmo, cheia de altos e baixos.

Se está nessa situação, trate de dar um basta. Sem essa de clima pesado. Lembra o que falei sobre responsabilidade? Pois é hora de assumir a sua e dar a volta por cima. Você até pode dizer que tem problemas e que a vida é cheia de testes e desafios. Concordo. Mas esse pacote faz parte da nossa evolução. Então reaja!

Só você pode movimentar seu interior, modificar-se e, assim, ficar bem. Não sinta culpa. Não estou aqui para condená-la. Muitas de nossas limitações têm origem na infância, e até antes, em outras vidas. Ou seja, atraímos para o nosso convívio certos tipos de personalidades – como a rainha das tragédias ou a vítima – e nos influenciamos por elas!

Pois é, pessoal, tristeza tem muito a ver com a postura da vítima. “Coitada de mim, não consegui aquele emprego, coitada de mim, não amo, nem sou amada”, e por aí vai. Qualquer que seja a situação que não se concretiza, a maioria das pessoas acaba no “pobre de mim”. Ai, não aguento isso… E falo mais: o “pobre de mim” é a criatura sem potencial e sempre triste, negativa e desanimada.

São pessoas que esperam pouco da vida e passam a ser o capacho das outras. Magoam-se com facilidade, são superfrágeis. Gente, acorda! Sabia que, por mais que uma pessoa seja sensível, a vida vai cobrar igual de todo mundo? Sim, todos nós somos chamados a encarar desafios. Não tem jeito! E a pessoa frágil diante de uma situação delicada torna-se dramática, se recolhe e se deprime mais. Que futuro essa infeliz terá?

Fica aí o alerta. O que é, você está com raiva de quem te humilhou ou feriu? Só rindo, mesmo. A gente quer tudo fácil na vida, não é? Pois é, a tristonha também costuma ser mimada. Não há no mundo alguém que não tenha sido provocada, exigida e desafiada. Vamos lá: faça uma análise e descubra a verdadeira razão dessa tristeza. Quem teve momentos melhores é porque saiu do baixo-astral, buscou e conseguiu conquistar. Força! Agora é a sua vez.

Luiz Antônio Gasparetto

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fortaleça seu espírito e ganhe saúde - Luiz Antônio Gasparetto



É isso mesmo! Você sabia que a saúde se faz presente quando nosso estado psicológico está harmonizado com o espírito? Quando algo vai mal, ou seja, quando você insiste em manter posturas inadequadas diante da vida, o seu organismo começa a emitir sinais, os chamados sintomas, que vão determinar diferentes tipos de doenças. Posturas inadequadas? Sim, isso mesmo. Nem sempre, porém, temos a lucidez de escolher os melhores caminhos diante de determinadas situações. Aquilo que realmente faz bem ao nosso espírito. 

Costumamos nos guiar pelo “acho que” ou pelo “tenho que” e, enfim, vivemos alimentando preconceitos e crenças impostos pela sociedade, que nivela todos por igual – enquanto cada um é diferente do outro, não é? Embora vivamos no coletivo, é fundamental respeitar a ideia de que cada ser é único e tem suas próprias verdades. Doença é o aviso do espírito de que você está fazendo opções contrárias à sua realização. E não pense que esse desconforto só acontece no corpo. Ele pode atuar também na sua vida financeira, familiar, afetiva, sexual, profissional e social. Se algumas dessas áreas estão em desequilíbrio atualmente, por certo é seu espírito lhe chamando a atenção: “Olha o que você está fazendo!”. Então não perca tempo: pare e repense sua maneira de ser e de agir a cada desconforto pelo qual passa. E procure fazer e estar no seu melhor, no próprio dia-a-dia. Isso se chama evolução. Para o espírito, é essa vivência que conta. Se um dia você viveu no melhor, trate de resgatá-lo ou mantê-lo, senão vira doença. Agora calma lá, hein, gente? Esse melhor não está relacionado a um conjunto de valores moralistas e ideológicos. Nem tampouco ao politicamente correto ou ao moralmente correto. Nada a ver. O espírito, inclusive, desconhece essas porcarias. O que ele conhece? Apenas a sua vivência. Ou seja, o que você viveu, sentiu e funcionou. Esse é o seu melhor. Cada um tem o seu melhor. E como falei, tudo vai evoluindo. Há tempos, algumas coisas eram o seu melhor, de acordo com a sua vivência. Hoje o seu melhor pode ser outro, e assim por diante. Essa é a exigência da saúde. O espírito exige que você mantenha a melhor atitude, o melhor conhecimento, o melhor que você sabe a cada minuto. Esse é o espírito da saúde. Com um simples exemplo vou deixar essa ideia mais clara. Quer ver? Hoje você ama um tipo de comida. Amanhã, experimenta um prato totalmente diferente e aquele que era, até então, seu preferido, passa a ficar de lado. Isso mostra o que em nós? A tendência que o ser humano tem de querer ficar só com o que é melhor. Pois é isso mesmo, gente! Temos que levar em consideração a nossa vivência no melhor, na objetividade, na questão do “eu vivo” e do “eu sinto”. Nosso bem é um bem conceitual. É aquilo que nos dá prazer, que nos faz sentir livres, contentes, motivados e tesudos. Na verdade, é o que estou tentando passar em praticamente todas as colunas que escrevo e, sobretudo, nos cursos que dou. Se a gente consegue focar nesse melhor, o espírito nos contempla com alegria, felicidade e muita realização.

Luiz Antônio Gasparetto

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dê adeus ao que já passou - Luiz Antônio Gasparetto



Você é daquelas que vivem apegadas ao que já aconteceu e não volta mais? Nossa, se você soubesse o quanto está acabando com a própria felicidade... É, porque se ficarmos atados, presos às energias do passado, a vida dificilmente vai fluir. E quer saber? Saudosismo está fora de moda. 

Sim, nós nunca devemos nos esquecer de onde viemos, de tudo que fizemos e dos vários caminhos que percorremos durante a vida. Não podemos esquecer, sobretudo, das nossas vitórias, quedas e lutas. Também temos de cultivar a memória das pessoas que conhecemos. Isso se chama reconhecimento e aprendizado. O grande problema é quando cultuamos o passado e deixamos de alimentar o nosso presente. 

Ora, é como se a todo instante abríssemos a gaveta da nossa história. O que isso tem de enriquecedor? Nada: isso é puro atraso de vida! Pessoal, vamos exercitar o desprendimento. Tenha a certeza de que tudo ficará mais claro se você caminhar com o coração renovado. Não é tarefa das mais fáceis. É preciso ter coragem e ousadia. Diga a si mesma: "Eu não preciso mais disso. Esse passado não me traz nenhum benefício. E quando só restarem as lembranças das alegrias, do bem que os outros fizeram, das rosas secas (mas carregadas de amor), haverá mais espaço para novas experiências e novos encontros". 

Ih... já sei. Você ainda pensa naquele amor que viveu. Tudo bem, vou ensinar a você um exercício para se libertar dele. Desligue-se de tudo, sabendo que a mente não tem limites. Em pensamento, chame essa pessoa de volta. Imagine que você está segurando as mãos dela. É natural que as emoções comecem a aparecer. Chore se tiver vontade. Mentalmente, diga à pessoa tudo que você sente. Agradeça pelas coisas boas que ela trouxe à sua vida. Algo feriu seu coração? Diga também. Fale tudo que você esperava para o futuro: "Eu gostaria...". E assuma sua decepção: "Eu estou decepcionada porque nós não poderemos [complete a frase]". Sinta o seu corpo aberto — permita que seus sentimentos venham à tona, como se fizesse uma limpeza interior.

Chegou a hora de aceitar totalmente a realidade. Sinta esse amor dentro de você — um amor que deixa a pessoa partir. Um gesto gracioso de soltar. Diga a essa pessoa: "Agora você pode ir. Eu vou ficar bem". Aos poucos você vai se sentir limpa, honesta e tranquila, como quem respeita a vida e é respeitada por ela. Vá voltando, respirando fundo e soltando o ar. Deixe ir, junto com o ar, a imagem da pessoa, o cansaço, a dor e a angústia. Você vai notar como se sentirá mais aliviada. 

Outro trabalho simples e efetivo para deixar o passado partir é pronunciar a palavra "harmonia". Mas precisa ser uma harmonia de coração. Harmonia é a crença de que podemos fazer tudo pelo nosso bem — sem estresse, guerras ou briga. Harmonia é estar centrada na paz, de uma maneira inteligente. Vamos lá, pronuncie: HARMONIA. Uma vez estabelecida, essa energia positiva começará a fluir. Com certeza você ficará bem, equilibrada, leve e solta. Sem amarras, sem apegos. No presente. E o melhor de tudo: feliz!

Luís Antonio Gasparetto

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Com calma, tudo se resolve! - Luiz Antonio Gasparetto



Nervosismo, ansiedade, estresse. Um grande número de pessoas tem experimentado esses problemas. Se esse é seu caso, é bem provável que você esteja insegura, por enxergar a felicidade do jeito errado. Isso acontece também porque quando você percebe que está perdendo o controle da situação, começa a ficar desesperada. Talvez você tenha planejado um monte de coisas no amor, na carreira, na vida, mas não está dando conta do recado... 

Você pode até chorar, desabafar um pouco e aliviar as energias negativas, mas o que funciona mesmo é confrontar a atual realidade. E para isso você precisa de CALMA. Não é com a cabeça maluca que você vai ficar bem. O primeiro passo é respirar fundo. Vamos lá, cabeça fresca! Você não vai ficar aí sofrendo, não é? Você se gosta, lembra? 

Diga a si mesma: "Que se dane tudo! Não vou sofrer, porque sou uma pessoa inteligente. Vou encontrar uma solução, sem sofrimento ou confusão". Repita essa frase e não deixe as emoções tomarem conta de você. Quando a gente chega ao desespero, geralmente é porque as coisas já nos atormentaram por um bom tempo. Então, relaxe um pouco e se espreguice. Solte os ombros, os braços e as pernas como se estivesse se livrando do tormento. Recuse-se a sofrer.

Eu sei que você ainda não resolveu aquela situação, mas se sente melhor, não? Aliás, já reparou que há sempre uma voz dizendo: "resolva, resolva, resolva"? Essas cobranças insistem em dirigir nossas vidas. Então, dê um berro no seu interior e ordene que elas se calem! Você não é obrigada a fazer nada se não quiser. E nada de se condenar também. Não sei por que a gente tem essa mania... 

Você anda se condenando? Por não ser boa o suficiente, por não ser magnífica, uma supermulher? Você só é humana, você é você. E isso é uma tragédia? Pare já com isso, deixe de dar importância a essas bobagens. Mande embora esse juiz que insiste em te condenar. Reforce para si mesma: "Eu sou o que sou. Fiz o que fiz. E o que vier eu banco e encaro". 

Experimente! Encare tudo com o espírito mais leve, sem drama nem culpa. O medo só nos faz sentir pequenos, sem saber por qual caminho seguir. Enfrente a situação, seja qual for. De cabeça fria, você vai fazer o seu melhor. E vai dar a volta por cima!

Luiz Antonio Gasparetto

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O que é preciso para ser feliz? - Luiz Antônio Gasparetto



Toda hora alguém põe o dedo no seu nariz e diz: "faça isso" ou "faça aquilo". Dê um basta. Pra ser feliz, você deve obedecer só a si mesma.

Você já reparou como enfrentamos diariamente uma tempestade de estímulos, informações e influências? São muitas: você precisa disso, tem de comprar aquilo, tem de ler tal livro, você deve assistir aquele filme, tem de melhorar, tem de estar atualizada, tem de. Ufa! Se deixar, a sociedade cria um zilhão de necessidades pra gente. 

Ou seja, nos dá um zilhão de tarefas. Resultado: chega um momento em que as pessoas ficam realmente perdidas num mar de atividades que não representam uma verdadeira conexão com a alma. Sim, porque satisfação só existe quando há um elo com a necessidade verdadeira. A falsa necessidade exige nossos esforços, nos esgota e não recompensa. Sabe o que eu tenho sentido? Que todas as pessoas precisam ter um centro. Caso contrário, o mundo as leva a um caminho que não tem nada a ver com elas.

Então, vamos lá: chegou a hora. Centre-se no silêncio do seu mundo interior. Diga não a tudo que está à sua volta e que não tenha uma conexão direta e profunda com sua alma. Não permita que terceiros façam escolhas por você. Deixe as influências caminharem. Esse é um dos segredos da serenidade. Continue: pergunte, lá no fundo, do que é que você precisa realmente para ser feliz. Confronte-se já! Gente, vocês não imaginam como essa atitude faz toda a diferença. 

Sabe aquelas pessoas que comem compulsivamente, engordam e acham que está tudo bem? Pois é, isso denuncia que algo está errado. Isso significa que, nas profundezas da alma, há uma insatisfação, que é fruto de necessidades não atendidas. Amadureça! Assuma as próprias responsabilidades. É você com você. Ai, estou gorda e viciada, Ai, porque a doença da minha filha está acabando comigo... O que é isso? Você já parou para confrontar o seu eu?

Puxa vida, eu percebo como as pessoas vivem em busca de coisas passageiras: lutar pela reputação, por ser chique, por ser bacana, por não poder errar... Mas será que esses sentimentos que surgem dispersam sua energia ou têm a ver com a sua alma, lhe fazem sentir-se bem? Avalie! Vamos dar uma parada hoje! Promova um momento de confronto consigo mesma. Olhe para você. 

Estabeleça uma nova disciplina em favor da sua alma, da sua libertação, da sua paz. E não me venha com problema e choradeira, porque isso não resolve nada. Fica na lamentação e não se encara. Fica na culpa e não se encara. Fica no deveria. Não, ninguém deve nada. Se você pegou essa coluna para ler agora é porque está preparada para se confrontar. 

Todo momento é de restauração. Quando damos um passo em direção ao que a natureza quer de nós, anulamos as atitudes passadas, os desencontros e as perdas. Quando as catástrofes, os desastres ou as doenças vêm até nós, é pra nos mostrar que estamos negligentes, voltados a um mundo fantasioso e negativo, em vez de cultivarmos dentro de nós as sementes da generosidade e do bem. Sim, porque a alma tem necessidade de ser boa. Ela precisa sentir a realização, o amor, a paz. Afinal, esse é o mundo do espírito, o mundo da nossa alma. Definitivamente, pare, sinta e caminhe em direção àquilo que realmente lhe faz bem. 

Luiz Antônio Gasparetto

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ressentimentos - Luiz Antônio Gasparetto



Existe uma crença de que pessoas que perdoam uma ofensa estão fazendo papel de bobas.
Parece que o lema preferido é “pagar na mesma moeda”, ou “olho por olho, dente por dente”.
Por isso, muitos escolhem acumular um monte de lixo interior, como a mágoa e o ressentimento, e deixar de lado o perdão.


Energias negativas e destrutivas, como a raiva e o ódio, ficam acumuladas no subconsciente e não deixam espaço para energias novas e melhores se manifestarem.


É melhor investir na faxina interior, antes que o lixo acumulado comece a transbordar em forma de doença física ou emocional. Enquanto alimentamos os ressentimentos, não conseguiremos retirar do subconsciente os padrões de pensamentos inúteis à nossa prosperidade. Nesse estado, não adianta fazer pensamento positivo.


Será que esse é o seu caso? Se for, não deixe o ressentimento ocupar espaço em você. O perdão é o antídoto. Perdoe a si mesmo e aos outros. Seja próspero na generosidade. O ressentimento corrói você por dentro. O perdão, como remédio eficaz que cura as cicatrizes do peito, é a aceitação da realidade; a aceitação de si mesmo e dos outros. Os outros são como são. Nunca serão como você queria que fossem, nunca agirão de forma que você queria que agissem. Entenda isso e nunca mais você ficará magoado ou ressentido com os outros ou com você mesmo.


Destrua a ilusão de que os outros, a vida, o mundo, enfim, tudo deveria ser do jeito que você queria que fosse. Essa ilusão é a causadora de suas mágoas, raivas e ressentimentos. Pense nisso. Comece a fazer uma limpeza mental, perdoe o agressor. Livre-se da energia negativa do ressentimento e abra espaço para o novo.


- Verdadeiramente, eu estou disposto a deixar ir embora de mim todas as mágoas em relação a essas pessoas.
- Eu estou disposto a perdoar essas pessoas e a mim também por ter achado que essas pessoas deveriam agir comigo do jeito que eu esperava.

Luiz Antônio Gasparetto

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Viver, como se fosse o último dia... - Luiz Antônio Gasparetto



Viver, como se fosse o último dia...
Trabalhar, como se fosse para Deus...
Gostar de todos, como se fosse amor...
Libertar-se, como se estivéssemos no fim de todas as dores.
Olhar tudo como se fosse obra de arte.
Caminhar, como se estivéssemos nas nuvens.
Abraçar a todos, como se fossem nossos filhos.
Perdoar, como se nunca tivéssemos sido ofendidos.
Desapegar, como se não tivéssemos mãos.
Cooperar, como se não houvesse luta.
Sorrir, como se tudo fosse uma brincadeira.
Recomeçar, como se fosse a última chance.
Em qualquer ação, o importante é fazê-la com classe, como se fosse pela primeira vez, consciente de que o tempo não volta e que tudo é para sempre.

Luiz Antônio Gasparetto

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Segredo da felicidade - Luis Antônio Gasparetto



O Segredo da felicidade é a atenção no bem.
Não há conflitos. Existe apenas necessidades de mudar
Não há luta alguma. Existe apenas cooperação.
Não há problema nenhum. Existe apenas tarefas.
Não há fofoca nenhuma. As pessoas apenas se confessam.
Não há desencontro. Apenas mudanças de rumo.
Não há motivo para desespero. Apenas o seu descuidado consigo mesmo.
Não há nada contra você. Apenas a sua crença no mal.
Não há medo real. Apenas coragem recalcada.
Não há vitimas na vida. Apenas pessoas inconscientes do próprio poder.
Olhar com os olhos de boa vontade é ver com os olhos de Deus.

Luis Antônio Gasparetto

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Inveja - Luiz Antônio Gasparetto



Um outro lixo interior que ocupa muito espaço dentro de nós é a inveja, e não ache que deste mal eu não sofro, todos nós sofremos.


Inveja é pobreza de auto-apoio, e a todo momento quando gostamos de fazer as famosas comparações.

Inveja é ver a capacidade no outro, que você não consegue ver em si mesmo.


Ao não acreditar em suas capacidades, você inventa uma série de desculpas: não vou conseguir, não posso fazer porque não tenho habilidade; o outro é mais capaz e por isso conseguiu. Desculpas não resolvem a situação.


Aceite a inveja e aprenda a aplaudir o sucesso alheio.



Não critique o bem-sucedido, já que a crítica não é o caminho do sucesso.


Deixe que seus olhos vejam só o sucesso, a beleza e o que é bom em você e nos outros.

Luiz Antônio Gasparetto