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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Frase da Noite

Boa Noite !!!!

Boa Noite no Sertão  - Vida, Amor,Vontade,Sabedoria,Trabalho
"A Vida pode ser, de fato, Escuridão, se não houver Vontade; mas a Vontade é Cega, se não houver Sabedoria; a Sabedoria é vã, se não houver Trabalho; e o Trabalho é vazio, se não houver Amor."
Gibran Khalil Gibran 

domingo, 28 de outubro de 2012

Frases e Pensamentos - Gibran Khalil Gibran

 "A Razão e a Paixão são o leme e as velas da alma navegante. Sem ambos, ficarias à deriva ou parado no meio do mar.
Se a Razão governar sozinha, será uma força limitadora. E uma Paixão Ignorada é uma chama que arde até sua própria destruição."

Gibran Khalil Gibran

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Frases e Pensamentos - Gibran Khalil Gibran


''A vida sem liberdade é como um corpo sem espírito. A vida sem amor é como uma árvore sem flores ou frutos.Escolhemos nossas alegrias e tristezas muito antes de nós experimentá-las.O amor é a tremenda felicidade.''

Gibran Khalil Gibran

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Frases e Pensamentos - Gibran Khalil Gibran

"Nossas almas são como flores tenras à mercê dos ventos do Destino. Elas tremulam à brisa da manhã e curvam as cabeças sob o orvalho cadente do Céu."

Gibran Khalil Gibran

terça-feira, 4 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Frases e Pensamentos - Khalil Gibran

"Esta vida é sua. Tome o poder de escolher o que você quer fazer e fazê-lo bem. 

Tome o poder de amar o que você quer na vida e amá-lo honestamente. 

Leve o poder de andar na floresta e fazer parte da natureza . Tome o poder de controlar sua própria vida. 

Ninguém mais pode fazer isso por você. Leve o poder para tornar a sua vida feliz. Vivemos só para descobrir beleza. 

Todo o resto é uma forma de espera."

Khalil Gibran

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Divina Música! - Gibran Khalil Gibran

Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
e do Amor.
Sonho do coração humano,
fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
e desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
e dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
e a ouvir com os corações.

Gibran Khalil Gibran

sábado, 21 de abril de 2012

Frases e Citações - Gibran Khalil Gibran

"És livre na luz do Sol e livre ante a estrela da noite. E és livre quando não há Sol, nem Lua ou estrelas. Inclusive, és livre quando fechas os olhos a tudo que existe. Porém, és escravo de quem amas pelo fato mesmo de amá-lo. E és escravo de quem te ama, pelo fato mesmo de deixares te amar."
Gibran Khalil Gibran

Sobre a alegria e a tristeza - Gibran Khalil Gibran


"A vossa alegria é a vossa tristeza mascarada.
E o mesmo poço de onde sai o vosso riso esteve muitas vezes cheio de
lágrimas.
E como poderá ser de outra maneira?
Quanto mais fundo a tristeza entrar no vosso ser, maior é a alegria que
podereis conter.
A taça que contém o vosso vinho não é a mesma que foi feita no forno do
oleiro?
E a lira que vos apanigua o espírito não é da mesma madeira com que foram
esculpidas as facas?
Quando estiverdes alegres, olhai bem dentro do vosso coração e descobrireis
que só aquele que vos deu tristezas vos dá também alegrias.
Quando estiverdes tristes, olhai novamente para dentro do vosso coração e
vereis que na verdade estais a chorar por aquilo que foi a vossa alegria.
Alguns de vós dizeis, "A alegria é maior que a tristeza" e outros dirão "Não, a
tristeza é maior".
Mas eu digo-vos que são inseparáveis.
Juntas vêm, e, quando uma se senta junto de vós lembrai-vos que a outra está a dormir na vossa cama.
Na verdade, estais suspensos como balanças entre a vossa tristeza e a vossa alegria.
Só quando vos esvaziais ficais em equilíbrio e imóveis.
Quando o guardador de tesouros vos erguer para pesar o seu ouro e a sua prata, nem a vossa alegria nem a vossa tristeza se devem alterar."

Gibran Khalil Gibran

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Entre as colinas - Gibran Khalil Gibran


Quando vos sentardes à sombra fresca
dos álamos brancos,
partilhando da paz e da serenidade dos campos
e dos prados distantes,
então que vosso coração diga em silêncio:
"Deus repousa na Razão".
 E quando bramir a tempestade,
e o vento poderoso sacudir a floresta,
e o trovão e o relâmpago proclamarem
a majestade do céu,
então que vosso coração diga
com temor e respeito:
"Deus age na Paixão".
E já que sois um sopro na esfera de Deus
e uma folha na floresta de Deus,
também devereis
descansar na razão e agir na paixão.

Gibran Khalil Gibran

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Meu Amigo - Gibran Khalil Gibran


Meu Amigo, não sou o que pareço. O que pareço é apenas uma vestimenta cuidadosamente tecida, que me protege de tuas perguntas e te protege da minha negligência.
Meu Amigo, o Eu em mim mora na casa do silêncio, e lá dentro permanecerá para sempre, despercebido, inalcançável.
Não queria que acreditasses no que digo nem confiasses no que faço – pois minhas palavras são teus próprios pensamentos em articulação e meus feitos, tuas próprias esperanças em ação.
Quando dizes: “O vento sopra do leste”, eu digo: “Sim, sopra mesmo do leste”, pois não queria que soubesses que minha mente não mora no vento, mas no mar.
Não podes compreender meus pensamentos, filhos do mar, nem eu gostaria que compreendesses. Gostaria de estar sozinho no mar.
Quando é dia contigo, meu Amigo, é noite comigo. Contudo, mesmo assim falo do meio-dia que dança sobre os montes e da sombra de púrpura que se insinua através do vale: porque não podes ouvir as canções de minhas trevas nem ver minhas asas batendo contra as estrelas – e eu prefiro que não ouças nem vejas. Gostaria de ficar a sós com a noite.
Quando ascendes a teu Céu, eu desço ao meu Inferno – mesmo então chamas-me através do abismo intransponível, “Meu Amigo, Meu Companheiro, Meu Camarada”, e eu te respondo: “Meu Amigo, Meu Companheiro, Meu Camarada” – porque não gostaria que visses meu Inferno. A chama queimaria teus olhos, e a fumaça encheria tuas narinas. E amo demais meu Inferno para querer que o visites. Prefiro ficar sozinho no Inferno.
Amas a Verdade, e a Beleza, e a Retidão. E eu, por tua causa, digo que é bom e decente amar essas coisas. Mas, no meu coração rio-me de teu amor. Mas não gostaria que visses meu riso. Gostaria de rir sozinho.
Meu Amigo, tu és bom e cauteloso e sábio. Tu és perfeito – e eu também, falo contigo sábia e cautelosamente. E, entretanto, sou louco. Porém mascaro minha loucura. Prefiro ser louco sozinho:
Meu Amigo, tu não és meu Amigo, mas como te farei compreender? Meu caminho não é o teu caminho. Contudo juntos marchamos, de mãos dadas.

Gibran Khalil Gibran  Excertos de “O Louco”

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ainda ontem pensava que não era - Gibran Khalil Gibran



Ainda ontem pensava que não era
mais do que um fragmento trémulo sem ritmo
na esfera da vida.
Hoje sei que sou eu a esfera,
e a vida inteira em fragmentos rítmicos move-se em mim.

Eles dizem-me no seu despertar:
" Tu e o mundo em que vives não passais de um grão de areia
sobre a margem infinita
de um mar infinito."

E no meu sonho eu respondo-lhes:

"Eu sou o mar infinito,
e todos os mundos não passam de grãos de areia
sobre a minha margem."

Só uma vez fiquei mudo.
Foi quando um homem me perguntou:
"Quem és tu?"

Gibran Khalil Gibran


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Frases e Citações - Gibran Khalil Gibran

"A Razão e a Paixão são o leme e as velas da alma navegante. Sem ambos, ficarias à deriva ou parado no meio do mar.
Se a Razão governar sozinha, será uma força limitadora. E uma Paixão Ignorada é uma chama que arde até sua própria destruição."

Gibran Khalil Gibran

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os Filhos - Gibran Khalil Gibran



Uma mulher que carregava o filho nos braços disse: "Fala-nos dos filhos."
E ele falou:
           
Vossos filhos não são vossos filhos.           
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.           
Vêm através de vós, mas não de vós.           
E embora vivam convosco, não vos pertencem.           
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,           
Porque eles têm seus próprios pensamentos.           
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;           
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,           
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.           
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,           
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.           
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.           
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força          
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.           
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:           
Pois assim como ele ama a flecha que voa,           
Ama também o arco que permanece estável.

 Gibran Khalil Gibran In O Profeta

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O amor - Gibran Kahlil Gibran



Pois, Almitra pediu ao profeta,
fala-nos do amor.
E ele levantou a cabeça e olhou em cima do povo, e uma grande tranqüilidade caiu em cima deles.
e com uma voz grande disse:

Quando o amor o chamar, siga-o, ainda que suas maneiras sejam duras e íngremes;
e quando as asas dele o abraçar, renda-se a ele, embora a espada escondida dentro de suas penas possam o ferir.
E quando ele o falar, acredite nele...
Ainda que a voz dele possa despedaçar os seus sonhos,
como o vento frio do norte devasta o jardim florido...

Por que, além de o coroar, ele também o crucifica.
Para além de seu crescimento, ele existe para a sua podação.

Mesmo quando ele subir a sua altura para acariciar os seus ramos mais macios que estremecem ao sol,
também ele o desceria a suas raízes e agitá-las-ão aderidas à terra...
Como polias do milho, recolhê-lo-á para si mesmo
O debulha para fazê-lo despido...
O peneira para libera-lo das suas cascas...
O moe até que fique branco e puro..
E o amassa até que seja moldável...
Pois, ele o cozinha em seu forno sagrado para você tornar-se pão sagrado...
Para a Sagrada Festa de Deus!

Tudo isso o amor vai fazer para você,
só para você saber todos os segredos do seu coração...
E para que neste conhecimento, você chege a ser um fragmento do coração da Vida...

Mas, se com medo, você só procurar a paz e o prazer do amor,
É melhor que você cubra a sua nudez, e saia do caminho do amor,
Para ficar no mundo sem estações,
Onde riria, mas não todas as suas risadas,
e choraria, mas não todas as suas lágrimas...

O Amor só da de si mesmo, e pega nada mas do que si mesmo...
O Amor não possui, e não pode ser possuído...
Por que o Amor é bastante á si mesmo.

Quando você amar, não deve falar,
Deus fique no meu coração...
mas fale, Eu fico no coração de Deus!
E nem pense que possa dirigir o curso de Amor...
Por que, o Amor, se achar você merecedor, dirigir o seu curso...
O Amor só tem um desejo: para satisfazer de si mesmo...
Mas, se você ama, e necessite ter desejos, deixe eles ser os seguintes:
Derreter e ser como um ribeirão corrente,
para cantar a sua canção pela madrugada.
Saber a dor de tanta ternura...
Ser ferido pelo seu próprio conhecimento de Amor...
e sangrar com abundância da felicidade....
Acordar com a coração alado
e agradecer mais um dia de Amor.
Descansar ao meio do dia e meditar no êxtase do amor...

E voltar a noite com agradecimento...

Então, dormir com uma prece no coração para a sua amada,
e uma canção de louvor no seus lábios.





 Gibran Kahlil Gibran

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Adotarei o amor - Gibran Khalil Gibran



Adotarei o amor
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta. 

Na aurora, 
o amor me acordará e
me conduzirá aos prados distantes. 

Ao meio dia,
conduzir-me-á à sombra das árvores 
onde me protegerei do sol como os pássaros. 

Ao entardecer conduzir-me-á ao poente,
onde ouvirei a melodia da natureza 
despedindo-se da luz,
e contemplarei as sombras da quietude 
adejando no espaço. 

À noite,
o amor abraçar-me-á,
e sonharei com os mundos superiores 
onde moram as almas 
dos enamorados e dos poetas. 

Na primavera,
andarei com o amor, lado a lado,
e cantaremos juntos entre as colinas;
e seguiremos as pegadas da vida, 
que são as violetas e as margaridas;
e beberemos a água da chuva, 
acumulada nos poços,
em taças feitas de narciso e lírios. 

No verão,
deitar-me-ei ao lado do amor
sobre camas feitas com feixes de espigas, 
tendo o firmamento por cobertor
e a lua e as estrelas por companheiras. 

No outono,
irei com o amor aos vinhedos
e nos sentaremos no lagar,
e contemplaremos as árvores se despindo
das suas vestimentas douradas
e os bandos de aves migratórias 
voando para as costas do mar. 

No inverno,
sentar-me-ei com o amor diante da lareira
e conversaremos sobre os
acontecimentos dos séculos
e os anais das nações e povos. 

O amor será meu tutor na juventude,
meu apoio na maturidade,
e meu consolo na velhice. 
O amor permanecerá comigo até o fim da vida,
até que a morte chegue,
e a mão de Deus nos reúna de novo.

Gibran Khalil Gibran

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Abelha e a Flor - Gibran Khalil Gibran



Ide, pois, aos vossos campos e pomares,
e lá aprendereis que o prazer da abelha
é sugar o mel da flor,
Mas que o prazer da flor
é entregar o mel à abelha.
Pois, para a abelha,
uma flor é uma fonte de vida.
E para a flor,
uma abelha é uma mensageira de amor.
E para ambas, a abelha e a flor,
dar e receber o prazer
é uma necessidade e um êxtase.

Gibran Khalil Gibran, in O Profeta

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Amai-vos... - Gibran Khalil Gibran





Amai-vos um ao outro,
mas não façais do amor um grilhão.

Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.

Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.

Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.

Cantai e dançai juntos,
e sede alegres,
mas deixai
cada um de vós estar sozinho.

Assim como as cordas da lira
são separadas e,
no entanto,
vibram na mesma harmonia.

Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.

Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.

E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.

Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.

E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro. 

Gibran Kahlil Gibran 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Floresta - Gibran Khalil Gibran



Na floresta não existe nem rebanho, nem pastor
Quando o inverno caminha, segue seu distinto curso como faz a primavera
Os homens nasceram escravos daquele que repudia a submissão
Se ele um dia se levanta, lhes indica o caminho, com ele caminharão
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o pasto das mentes,
e o lamento da flauta perdura mais que rebanho e pastor

Na floresta não existe ignorante ou sábio
Quando os ramos se agitam, a ninguém reverenciam
O saber humano é ilusório como a cerração dos campos
que se esvai quando o sol se levanta no horizonte
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o melhor saber,
e o lamento da flauta sobrevive ao cintilar das estrelas

Na floresta só existe lembrança dos amorosos
Os que dominaram o mundo e oprimiram e conquistaram,
seus nomes são como letras dos nomes dos criminosos
Conquistador entre nós é aquele que sabe amar
Dá-me a flauta e canta!
E esquece a injustiça do opressor
Pois o lírio é uma taça para o orvalho e não para o sangue

Na floresta não há crítico nem sensor
Se as gazelas se perturbam quando avistam companheiro, a águia não diz: ‘Que estranho’
Sábio entre nós é aquele que julga estranho
apenas o que é estranho
Ah, dá-me a flauta e canta!
O canto é a melhor loucura
e o lamento da flauta sobrevive aos ponderados e aos racionais

Na floresta não existem homens livres ou escravos
Todas as glórias são vãs como borbulhas na água
Quando a amendoeira lança suas flores sobre o espinheiro,
não diz: ‘Ele é desprezível e eu sou um grande senhor’
Dá-me a flauta e canta!
Que o canto é glória autêntica,
e o lamento da flauta sobrevive ao nobre e ao vil

Na floresta não existe fortaleza ou fragilidade
Quando o leão ruge não dizem: ‘Ele é temível’
A vontade humana é apenas uma sombra que vagueia no espaço do pensamento,
e o direito dos homens fenece como folhas de outono
Dá-me a flauta e canta!
O canto é a força do espírito,
e o lamento da flauta sobrevive ao apagamento dos sóis

Na floresta não há morte nem apuros
A alegria não morre quando se vai a primavera
O pavor da morte é uma quimera que se insinua no coração
Pois quem vive uma primavera é como se houvesse vivido séculos
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o segredo da vida eterna,
e o lamento da flauta permanecerá após findar-se a existência

Gibran Khalil Gibran